Alto lá!
Bandeira branca que se fincou
O sorriso no rosto dos sobreviventes
Apaziguamento vindo em mentes
Finalmente
Paz
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Sons
A música que passa pelos ouvidos do homem
Levanta seus pés
Tira-os do chão
E os três rodopiam juntos
A música, o homem e os seus pés
A roda de dança que balança
E o embalo a embalar
A música a embolar
Som de flautas, tambores, violões
A música que move a vida
Os pássaros, as águas, o vento, as árvores
Entram numa sintonia só
São a grande banda
Banda da natureza
Que enche a banda do meu ouvido de música
Sinta o som
Deixe ele te levar
Incorpore cada batida, cada batuque
Virem um só
E o som a te levar
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Janela
Abro os olhos
Olho a vida
Penso pra frente
Lembro do passado presente
Vento no cabelo
Cheiro de vida
Viso o mundo
Abro a janela
Olho o menino a jogar bola
Penso no futuro que há de vir
Lembro dos meus tempos de menino
Vento a soprar
Cheiro a se perpetuar
Visagem de uma janela
Olho a vida
Penso pra frente
Lembro do passado presente
Vento no cabelo
Cheiro de vida
Viso o mundo
Abro a janela
Olho o menino a jogar bola
Penso no futuro que há de vir
Lembro dos meus tempos de menino
Vento a soprar
Cheiro a se perpetuar
Visagem de uma janela
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Um
Sem moradia
Vou vivendo o dia-a-dia
Pescador de histórias
Contador de memórias
Barato mesmo é a achar a beleza
Sem arrodeios, com franqueza
Escrever coisas simples
E comuns, como me dizes
Mas, te digo, cada palavra
Tem um jeito bonito de ser falada
Assim como as pessoas
Os animais, a vida, a natureza e as broas
domingo, 30 de dezembro de 2012
Mágoas acumuladas assim como as lágrimas
Palavras engasgadas
Que, assim como o choro, vão sendo engolidas
Pelas mesmas falácias de todos os anos
Pelas mesmas mentiras de todas as horas
Gritos nos meus ouvidos
Me acompanham assim como a batida de um coração
E tudo se repete
Repito, tudo se repete
Os ''Natais'' são iguais
Assim como as viradas dos anos
Nada muda, assim como eu
Eu só sigo com a neblina do alvorecer
Mas, as correntes que me prendem
São as mesmas correntes que me fazem não viver nada disso
Queria dizer adeus
Mas ainda não posso
Queria dizer adeus
Mas, infelizmente, o que eu sinto por você me prende aqui
Queria dizer adeus...
domingo, 2 de dezembro de 2012
Ame mais
A poesia
move toda
e qualquer coisa que ama
Mas, sem o amor
a poesia não se move, ficando
invisível aos olhos apaixonados
solitários(ou não) de um poeta
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