Selva de Pedra
Cidade de Barro
Mar de Areia
Areia no ar
Sonho acordado
Corro sentando
Sento deitado
Olhos fechados
Tristeza feliz
Pé aberto
Mãos no chão
Escrevo na mente
Mente que mente
Voando no piso
Ar líquido
Fome
Quente frio
Alto Baixo
Gordo Magro
Fome
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
Eu não escrevo pelo simples fato de jogar as palavras e brincar com as mesmas. Eu escrevo porque tenho necessidade, as minhas letras, minhas palavras, minhas escritas são o meu refúgio, o meu grito de guerra. É quando eu encho o peito e enfrento o mundo sem nenhum pudor. Nas minhas escritas estão minhas lágrimas, minhas alegrias, minhas euforias, minhas melancolias, minha malemolência, meu eu. É uma busca constante, uma monotonia vibrante, palavras que se repetem, poemas e textos com continuações... Esse sou eu e esse ''eu'' é meu.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Sei
Eu sei daquela noite
Daquele dia
E do outro, eu sei, também
Mas o saber é meu
Nesse caso, nem eu sei, se sei de algo
As vezes só sei do que não quero
Só sei do que não gosto
Só sei do que eu não deveria pensar em saber
Mas sei que o que eu sei é meu
E isso se repete
Sou o que sou porque sei do que sou
E esse saber, mais uma vez, se repete
Daquele dia
E do outro, eu sei, também
Mas o saber é meu
Nesse caso, nem eu sei, se sei de algo
As vezes só sei do que não quero
Só sei do que não gosto
Só sei do que eu não deveria pensar em saber
Mas sei que o que eu sei é meu
E isso se repete
Sou o que sou porque sei do que sou
E esse saber, mais uma vez, se repete
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Ô mar batuta
O mar
Me acalma com sua brisa
me encanta com a sua beleza
Me embebada com seu cheiro salgado
Me olha
Me engole
Quase que por um Segundo
E me cospe
É um contador de histórias
Histórias do mundo inteiro
Acontecem de janeiro-a-janeiro
Ô mar batuta
Me acalma com sua brisa
me encanta com a sua beleza
Me embebada com seu cheiro salgado
Me olha
Me engole
Quase que por um Segundo
E me cospe
É um contador de histórias
Histórias do mundo inteiro
Acontecem de janeiro-a-janeiro
Ô mar batuta
domingo, 20 de novembro de 2011
Dois pássaros
Voam mas não no céu
Voam na lama, na terra, no papel
Voam no meu coração
Inocentes, alegres, felizes
Crianças
De sorriso incompleto e sincero
Manha, choro, birra
Pula, gritam e se sacodem
Calmantes para a alma
O que seria de mim sem vocês?
O que seria de mim?
Sem as implicâncias, os abusos, os aperreios
Lágrimas caem
Ao pensar
Que um dia vocês irão voar sem mim
Irão voar com suas próprias pernas
Não mais dependentes, não mais implicantes
Só dois pássaros contra o mundo
Voam na lama, na terra, no papel
Voam no meu coração
Inocentes, alegres, felizes
Crianças
De sorriso incompleto e sincero
Manha, choro, birra
Pula, gritam e se sacodem
Calmantes para a alma
O que seria de mim sem vocês?
O que seria de mim?
Sem as implicâncias, os abusos, os aperreios
Lágrimas caem
Ao pensar
Que um dia vocês irão voar sem mim
Irão voar com suas próprias pernas
Não mais dependentes, não mais implicantes
Só dois pássaros contra o mundo
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
''Só esqueço rápido de coisas sem relevância
Por isso não esqueço de você''
Mesmo com essa discrepância
Vou lembrar do nosso amor tão doce
Daqui pra frente
É apenas o resto das nossas vidas
Destino não mais adjacente
O tempo não volta atrás
Retratos são pra sempre
Vidas não vão por um acaso qualquer
Vida sem apre
Bem-me-quer, mal-me-quer
Por isso não esqueço de você''
Mesmo com essa discrepância
Vou lembrar do nosso amor tão doce
Daqui pra frente
É apenas o resto das nossas vidas
Destino não mais adjacente
O tempo não volta atrás
Retratos são pra sempre
Vidas não vão por um acaso qualquer
Vida sem apre
Bem-me-quer, mal-me-quer
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