sábado, 19 de junho de 2010

Olha lá os olhos de Gabriella
Quando passam logo pensam: lá vai ela, a Gabriella
Mas que menina bela, é ela
Gabriella que quando passa, alegria repassa e vai assim
Gabriella com seu sorriso de marfim

domingo, 6 de junho de 2010

Queria ser a certeza
Pra nunca ficar com duvida
Na hora de demonstrar meu amor
E passar o resto dos anos admirando tua beleza

Não sei se ele é muito
Mas é suficiente
Pra você ficar ciente
Do você que se passa pela minha mente

E peço a Deus
Pra sempre olhar pra você
E olhar por você
E também para colocar a mão quando você for cair

E quando olho pro mar
Sei que um dia você também vai olhar
E me acalmo
Pois você vai estar comigo em algum lugar
Eu acho a raiva um sentimento muito feio, mas acho que mais feio ainda é aquele que nunca tem raiva, até é bom ter raiva em certos momentos. A raiva não é necessariamente aquele sentimento feio que da vontade de matar tudo e todos... A raiva as vezes é benéfica para as pessoas, principalmente para aquelas que insistem em algo que só está corrompendo-a. A raiva está dentro de mim, meio desacordada... Mas vai se liberando aos poucos, é bom assim.

domingo, 23 de maio de 2010

Canção para um dia de Chuva

E assim...
Estou aqui no meu quarto
Sentado, calado, olhando pra essas quatro paredes
Pensando num dia normal, você ao meu lado
Sonhando com um mundo menos banal
E agora pensar já não resolve mais
Não consigo fazer nem o que eu sou capaz

Vou sair daqui
Me molhar, amar, vou lá, vou lá
Te amar até o mundo acabar
Olhar o céu chorar, chorar, chorar

Tudo molhado
Até meu amor por você foi levado
Mas vou sair, procurar
Na esperança de um dia te encontrar
Eu fico aqui na chuva, quieto e calado
E vou lá, te procurar, te amar, te consolar e te falar...
Vou lá, te procurar, te amar, te consolar e te falar...

terça-feira, 11 de maio de 2010

O fim pode se dar a partir de uma garrafa de gim tomada ao relento com um leve gosto de vento e uma pitada de pensamento.

domingo, 9 de maio de 2010

E assim começou o fim com sua estranha cor de marfim.
E lá se vai mais um domingo, o começo da semana com cara de término, a vida por um novelo de lã que acaba de ser usado na roupa do infito- a qual nunca acaba. E assim vai costurando, até quando vou costurar a roupa do infinito? Quero é me mandar, ir pra onde o horizonte me levar. Até onde o vento me soprar, mesmo assim ainda vai ter um pedaço de mim sem lugar, sem ar, sem amar, sem pensar...